9 de maio de 2013

Branca de Neve e o Caçador, Lily Blake


Branca de Neve e o Caçador é um romance escrito por Lily Blake baseado no filme de mesmo título. A versão para o cinema tem roteiro assinado por Evan Daugherty, John Lee Hancock e Hossein Amini. Estrelado por Kristen Stewart (Branca de Neve), Charlize Theron (madrasta/bruxa Ravenna) e Chris Hemsworth (Caçador).


Acho um pouco estranho quando acontece esse caminho contrário, um livro sobre um filme, mas no caso os fãs não devem se decepcionar, não é o roteiro do filme, a trama é em forma de romance e claro é o mais fiel possível ao filme.

Branca de Neve e o Caçador é uma versão um pouco diferente do conto de fadas, mas a essência (até nos preconceitos) da história que todos conhecem esta ali. Um conto sobre a busca pela beleza e juventude, sobre riqueza e poder.

Branca de Neve perdeu a mãe ainda criança e seu pai – o rei Magnus ficou inconsolável. Nem sua bela filha ou o amigo – duque Hammond – conseguiam amenizar sua tristeza.
Em uma batalha o rei conhece uma jovem belíssima – Ravenna, a moça também era órfã e a única família que tinha era o irmão – Finn. Ravenna trouxe a felicidade de volta para o castelo, o rei estava fascinado por ela e ao ver a possibilidade de uma nova companheira e mãe para sua filha, casou-se com ela. Na noite de núpcias a moça mostrou sua verdadeira natureza matando o rei, tomando o castelo e prendendo Branca de Neve. A rainha decidiu poupar a menina por considerar de algum valor manter o sangue real vivo.

10 anos depois, o reino esta muito diferente, matas e vilas queimadas, muita pobreza e infelicidade. Tudo mudou ... menos Ravenna, ela esta ainda mais bela e jovem do que no dia em que se casou. O motivo? No dia da morte de sua mãe, a moça recebeu da própria uma poção, com ela passou a ter o poder de roubar a beleza e juventude alheia, além se criar uma forte ligação com o irmão. Ravenna e Finn são praticamente intocáveis, eles não podem ser feridos, pelo menos não enquanto a rainha estiver forte por causa da vida que suga das pessoas.
Nesse tempo, Branca de Neve, agora com 17 anos, é a moça mais bela, de coração mais puro do reino, portanto o único ser que poderia tornar Ravenna imortal, linda e jovem para sempre. Para isso ser possível, a rainha precisa do seu coração – literalmente.
No dia em que Finn vai buscar Branca de Neve em sua cela, ela foge. O irmão dedicado e vários soldados vão atrás da prisioneira, só que ela entra na Floresta Sombria, local perigoso até para Finn, quase ninguém saí com vida desse lugar.
Ravenna, é claro, fica enlouquecida com a notícia, mas logo se acalma quando eles conseguem contratar o Caçador para buscar Branca de Neve. O Caçador - Eric - perdeu a esposa e o rumo recentemente, virou um bêbado solitário, porém ele já se aventurou na tal Floresta então é um bom candidato para a tarefa.

Assim inicia essa trama, Branca de Neve e o Caçador não se dão muito bem a principio, inclusive estranhamente ela reclama da sujeira dele, sendo que ela ficou uma década presa sem nem pentear o cabelo, não sei o quão mais limpa ela poderia estar. Mas com o tempo eles vão entendo melhor um ao outro, ambos tiveram vidas difíceis e nenhum é tão cabeça dura que não possa compreender as dificuldades sociais um do outro. Durante a narrativa Branca de Neve aprende bastante e se mostra forte com todos obstáculos que se apresentam, ela percebe que, diferente da outra Branca de Neve, ela mesma vai ter que definir o seu destino, lutar para tentar recuperar a sua herança, o seu trono.

Eu gosto bastante de contos de fadas, essa versão é um pouco mais moderna em relação as mulheres e sua força, porém, como já disse, muito do conto original esta ali, é uma boa história. Uma aventura com um caçador mau, uma bruxa, os anões, o bom soldado, todos em uma batalha pelo bem do povo, no meio de tudo uma princesa procurando seu lugar no mundo. O texto tem uma linguagem simples, a leitura é rápida e achei que o livro entregou exatamente o que prometeu, uma versão do filme em livro.

Título: Branca de Neve e o Caçador
Original: Snow White and the Huntsman
Autora: Lily Blake
Tradução: Ronaldo Luis da Silva
208 páginas
Novo Conceito

7 de maio de 2013

Corpus Delicti: Um processo, Juli Zeh


Corpus Delicti (Corpo de Delito), atualmente o significado da expressão é mais amplo, mas na obra e em sua origem ele remete a busca de provas de um crime no corpo humano.
 O livro é um romance alemão da autora Juli Zeh, é uma distopia que se passa em um futuro próximo, não é um futuro apocalíptico ou nada assim. O Método, o sistema que controla o país, surgiu com a busca por uma vida mais longa, livre de doenças. Os crimes e infrações são todos ligados a saúde da nação, os cidadãos não devem pensar como indivíduos, eles devem fazer tudo pelo bem maior, não é permitido colocar a si ou outros em risco. Por isso todos tem obrigações relacionadas a alimentação, limpeza e atividade física.

A casa e corpo de cada um devem estar sempre limpos e desinfetados, só é autorizado o consumo de alimentos controlados e benéficos, além da obrigação de praticar exercícios físicos diariamente. O sistema controla os esgotos, para ter certeza que nenhuma substancia proibida esta circulando e cada cidadão precisa apresentar exames mensais provando que suas tarefas foram cumpridas. Os relacionamentos não acontecem mais naturalmente, assim como o resto, as relações devem acontecer entre pessoas biologicamente compatíveis, o órgão CBP – Central de busca de parceiros, esta aí para “facilitar” a vida de todos nessa questão.

Mia Holl, a protagonista desse romance, sempre aceitou bem o Método. Ela é uma bióloga de 30 e poucos anos, ainda sem interesse em buscar um parceiro. Ela vive bem em um bairro condecorado pelo cumprimento das regras e a esta satisfeita com sua carreira. Alias o seu trabalho é mais um fator que a torna uma simpatizante do Método. Bem, pelo menos por enquanto.

O irmão mais novo de Mia – o estudante de 27 anos Moritz, nunca aceitou o Método, ele quer experimentar a vida como ela é, comer uma fruta direto da árvore, andar pelas áreas não controladas, nadar no rio. Ele quer ser livre. Apesar dos irmãos serem bem próximos, Mia não entende bem esse lado do irmão, assim como Moritz faz piada da natureza submissa da irmã. Moritz odeia o Método, porém ele se diverte bastante com o CBP, vive tendo encontros com as escolhas compatíveis para ele e é um desses encontros que vai bagunçar toda essa história. Uma das pretendentes de Moritz é encontrada morta (e estuprada) no local do encontro dos dois, o DNA encontrado no corpo da vítima é de Moritz, portanto ele é preso e condenado. Isso afeta imensamente Mia, ela começa a sair dos trilhos, deixa de fazer exercícios e outras tarefas, passa a ter dúvidas sobre tudo em sua vida, inclusive o infalível - Método.
- Entendimento humano saudável – exclama a amante ideal – é quando alguém quer ter razão e não explicar por quê!
[p. 39]
Uma narrativa envolvente que mostra o passado – Mia e Moritz conversando, refletindo e discutindo – e o presente – Mia lidando com a morte do irmão e agora um processo por quebrar as regras, numa trama que vai crescendo. O Método não é algo fácil de julgar, a ideia principal é positiva - uma sociedade saudável e feliz, o problema são mesmo as pessoas, dos dois lados. Não conhecia o trabalho da autora e fiquei realmente impressionada com a trama que ela criou. O Método é só um nome dado ao sistema que esta no poder naquele momento, porém não nego que ele é bem intrigante e desenvolvido de forma realista, quero dizer, não seriam necessárias tantas mudanças para implementa-lo. E isso, é assustador.

O ponto alto da história sem dúvida são os relacionamentos. As lembranças de Mia com o irmão, as discussões dela com a amante dele (uma mulher imaginária sem confiança alguma no mundo) e o advogado (irritantemente animado) que cuida do caso dela. Além do enigmático Kramer, o cara que ela considera culpado direto pela morte do irmão, ao mesmo tempo esses dois tem uma dinâmica incrível, para inimigos as opiniões deles até que combinam em alguns pontos. Dentro das relações estão as maiores sacadas da autora, os jogos de palavras, a forma como os lados apresentam suas verdades, cheguei a ficar triste pelo andamento do caso de Mia. Destaco também, já falei de um órgão do Método, então nada mais justo do que comentar um antimetodista, o DAD – Direito à Doença, achei genial, o ódio é tanto que as pessoas realmente buscam esse direito.
O ser humano precisa experimentar a sua existência. [p. 91]
O livro aborda vários assuntos sobre os quais gosto de ler, achei bem interessante a visão do Método sobre a depressão e doenças em geral, me fez pensar bastante. Como muita gente não quer deixar de ter algum problema, afinal isso é um tópico de conversa, fonte de atenção e afeição instantânea. Assim como eles mostram a segurança total, e não é vida, significa apenas passar pelo mundo sem muitas experiências, sem nunca tocar em ninguém, tudo é previamente testado, não é possível criar nada sozinho. É aquele velho lance dos extremos. Contudo é um livro essencialmente sobre as pessoas, como elas nunca deixam de nos inspirar e chocar para o bem ou mal.
- Conforme o MÉTODO, o amor ilícito é um crime capital. Se eu consumo meu amor, isso está no mesmo nível da difusão voluntária de epidemias.
[p. 110] 
Título: Corpus Delicti: um processo
Original: Corpus Delicti. Ein Prozess
Autora: Juli Zeh
Tradução: Marcelo Backes
256 páginas
Record

6 de maio de 2013

Lançamento | Aldebarã, Juvenal Bernardes

Bom dia Leitores!

Hoje mostro para vocês informações sobre o lançamento de mais um título infantil da Editora Gulliver. Ainda não vi o livro, mas achei linda a arte da capa.

Aldebarã, Juvenal Bernardes

Já imaginou se tornar uma pessoa triste, mas tão triste que não consegue nem mais sonhar? Foi a partir desta premissa que o autor Juvenal Bernardes escreveu Aldebarã.

Inspirado em uma experiência vivida pelo próprio autor, o livro trata de uma história que valoriza a simplicidade e a poesia dos tempos de infância. Através de uma estrela chamada Aldebarã, um homem triste, sem amigos, cão nem gato, resgata experiências e lembranças perdidas há muito tempo. Embora voltado para o público infantil, o livro é bastante recomendado para adultos que estejam com saudades de sua criança interior.

A obra é ricamente ilustrada pela artista plástica Denyse Neuenschwander, que reside atualmente na Bélgica e ilustrou inúmeros livros para o mercado editorial europeu. Esta é sua primeira obra publicada no Brasil em parceria com a Gulliver Editora.
Na quarta capa do livro tem um pequeno texto de Stella Maris, vencedora do último prêmio Jabuti.



Sobre o autor: Juvenal Bernardes nasceu e cresceu em Divinópolis/MG. Cresceu tanto que ficou bobo, precisou se tornar palhaço e contador de histórias para reencontrar o seu “menino esquecido”. Agora, de mãos dadas com ele, visita o Reino das Palavras. Com poemas publicados em diversos jornais e suplementos, Juvenal foi o “quinto beatle” da cartela literária Dazibao, nos anos 1990. Aldebarã é seu livro de estreia. 



O lançamento nacional do livro é no mesmo dia do evento que acontecerá na cidade do autor. Dia 09/05, nesta quinta-feira. A distribuição para as livrarias inicia após essa data.

Evento de Lançamento
Dia 09 de maio (quinta-feira), a partir das 20h no Espaço Vida
Avenida Paraná, 1008 - bairro Sidil
Divinópolis(MG)
O evento contará com a presença do autor Juvenal Bernardes e terá entrada franca.

2 de maio de 2013

Estilhaça-me, Tahereh Mafi


Esse é o primeiro livro da trilogia Shatter Me e a estreia de Tahereh Mafi como escritora.

Estilhaça-me
é uma distopia juvenil (YA-Jovem Adulto). Ele é narrado em 1ª pessoa pela protagonista – Juliette - de 17 anos, ela esta presa faz quase um ano por um crime. Sua situação é de abandono total, ela é considerada uma ameaça a sociedade por causa do seu toque. Ela tem o poder de matar as pessoas com apenas o toque da sua pele, não somente as mãos, seu corpo todo é letal. Como os X-men (a autora é fã) – no caso, como a Vampira. Juliette é uma garota que nasceu de pais normais e tem esse poder, uma mutante, daí vem as comparações, junto com outros elementos iguais parecidos.

No lado de fora do hospício/prisão a vida também não é nada boa, a natureza esta morrendo, as doenças se espalhando rapidamente, a comida escassa, o mundo todo está agonizando. O poder no momento é do Restabelecimento, eles planejam reescrever a história da maneira mais conveniente a eles, impor uma língua universal, manter uma população obediente, apenas de pessoas simples, jovens, saudáveis e sem convicções pessoais. Isso é um plano bem difícil de executar, muita gente não vai aceitar sem lutar, é assim que um dos líderes resolve recrutar Juliette. É um desperdício deixar de lado uma arma tão poderosa.

Juliette é tirada da prisão e passa a viver em melhores condições em uma sede do Restabelecimento, cuidada de perto por Warner, filho de alguém importante no movimento e bem dedicado à causa. Warner gostaria que o romance dessa trama fosse entre eles, mas existe outro cara nessa história. Adam é o primeiro contato (não literalmente, ela não pode tocar ninguém) de Juliette em muito tempo, ele vira seu colega de cela antes de sua libertação. Daí em diante a narrativa segue no desenvolvimento dessa relação entre Adam e Juliette, e a garota em conflito sobre sua própria natureza. A vida toda ela ouviu que era uma aberração, uma assassina – sempre abandonada por todos. Ela mesma não sabe bem o que fazer com o seu dom, ainda mais com Warner e suas formas de persuasão para convencê-la a usar a maldição pela sua causa.

Agora vou comentar a leitura em si, sei que muita gente é fã da série e não vou desmerece-la, inclusive imagino que muito do que não gostei deve ser exatamente o que outros curtiram, por isso é tão bom cada um ter seu próprio gosto e opinião. O livro tem pontos positivos e negativos – e seguindo o estilo morde e assopra vou começar pelos negativos.

Alguns pontos me incomodaram o suficiente para diminuir a nota que dei para a leitura.
1º - Juliette: Eu gostei dela e, claro, senti pela sua dor e solidão. Além disso, geralmente tento relevar a mania de algumas mocinhas dos livros de colocar o cara como única razão de viver. Porém, essa questão, com Juliette foi difícil de ignorar, afinal ela é uma garota forte e poderosa, que pode matar qualquer um. Não curti vê-la buscando a todo tempo a aprovação de um cara para ter esperança e querer viver. Principalmente pela autora ter colocado um vai e volta entre eles. Eles brigam - daí Juliette perde toda a perspectiva e fé no mundo, 1 hora depois ele olha para ela de um jeito diferente daí ela já volta a planejar o futuro. Assim não dá.

2º - o excesso: Achei que a autora abusou no uso de descrições, divagações e comparações exageradas. Entendo que seria um artificio de dramatização, até para dar profundidade e para ser poético (talvez?), afinal a vida da personagem é uma desgraça, mas ela saturou a coisa. Sem mentira nenhuma chegou uma hora em que eu até revirava os olhos quando começava mais um desses momentos de tão frequentes que eles são. Por exemplo:
Seu rosto são 10 mil possibilidades olhando diretamente para mim.
Minhas palavras caem sem paraquedas de minha boca.
Sua voz acaricia as letras do meu nome tão suavemente que morro cinco vezes nesse segundo.
Tenho um milhão de anos no momento em que entro no meu quarto.
Eu acho que isso seria aceitável, se não aparece o tempo todo no texto, isso não me cativou e como falei antes, até incomodou. E olha que gosto muito de livros descritivos, inclusive os que são mais densos e lentos de ler.
Não achei legal também as repetições de palavras e o excesso de adjetivos, em vários momentos é colocado um seguido de 3 ou 4 sinônimos, pode ser para ressaltar, mas comigo não funcionou, ficou apenas uma lista de palavras soltas (no caso dos adjetivos e das repetições), até travou um pouco a leitura. O que tento dizer é que esse excesso não me envolveu, bem pelo contrário só me distanciou da leitura.

Por outro lado, algo que li algumas reclamações a respeito, as frases riscadas assim não atrapalharam a leitura. Inclusive gostei dessa parte por mostrar um lado de Juliette fácil de sentir identificação, aqueles pensamentos que não compartilhamos por medo, dúvida ou até por saber que são errados.

A ideia geral da trama distópica é interessante e promissora, o mundo arrasado, assim como o lance de existir sobre-humanos (Juliette).
A leitura foi bem rápida, o livro é o 1º da série e é em 1ª pessoa, como a narradora esta confusa e recém conhecendo tudo ainda tem bastante a ser explicado. Ainda assim, mesmo sendo um pouco introdutório, o livro tem uma trama, tudo vai se juntando ao longo da narrativa deixando um gancho para a continuação. Contudo, mesmo tendo sido legal o suficiente para ler inteiro, as minhas ressalvas e a semelhança com o X-men (nesse ponto espero que a autora consiga se distanciar um pouco) realmente diminuíram o meu apreço por esse livro.

Título: Estilhaça-me
Original: Shatter Me
Autora: Tahereh Mafi
Tradução: Robson Falchetti Peixoto
304 páginas
Novo Conceito
Série Shatter Me:

1 de maio de 2013

Leituras de Abril & Novos na Estante

Olá leitores!
Ia fazer esta postagem ontem, mas acabei assistindo uns programas sobre a Colômbia na TV e acabei deixando para hoje. Todas as leituras do mês serão resenhadas, deixei o link das que já foram postadas.
Foi um mês muito bom on e off line, inclusive estava pensando em fazer uma coluna sem frequência definida sobre livros e leituras, mas nenhum título específico, apenas reflexão, uma crônica. Vou pensar melhor no assunto.

Em Abril aconteceu a Odisseia de Literatura Fantástica aqui na cidade e ela rendeu algumas comprinhas. Segue o balanço do mês:

Leituras do Mês

# Minha querida Sputnik, Haruki Murakami
É o segundo livro do autor que li e achei bem diferente. Sumire é uma jovem que ama ler e sonha em ser romancista. O melhor amigo, e narrador, com quem sempre conversa sobre livros e a vida é apaixonado por ela. Tudo poderia seguir um caminho tranquilo se ela não se apaixonasse pela bem sucedida (e casada) Miu.

 # Pandemônio, Lauren Oliver [Resenha]

# A Sombra da lua, John Sandford [Resenha]
 
# Estilhaça-me, Tahereh Mafi
É o primeiro livro de um série, uma distopia comparada ao X-men. Comentarei melhor na resenha.

# A Elite, Kiera Cass [Resenha] 

# Battle Royale - The Novel, Koushun Takami
Li várias distopias esse mês, Battle Royale é um romance japonês sobre um programa em que os alunos de uma turma - sorteada aleatoriamente - devem lutar até a morte, deixando um único vencedor.

# O menino alquimista, Juarez Nogueira
É uma aventura estilo Alice no país das maravilhas, um texto bonito com uma trama intrigante.

Novos na Estante
  • A maldição do cavaleiro, Adriano Siqueira [Fantas] - Ganhei na Odisseia de Literatura Fantástica, como já tenho ele, farei um sorteio
  • Corpus Delicti, Juli Zeh [Record] - Cortesia da Editora
  • Red Luna - A biblioteca do Czar, Gabriel Morato & Marcos Inoue [Gutenberg] - Comprei na Odisseia de Literatura Fantástica
  • VII Demônios - Luxúria, vários autores [Estronho] - Comprei na Odisseia de Literatura Fantástica
  • Quando o saci encontra os mestres do terror e outras criaturas do folclore, vários autores [Estronho] - Comprei na Odisseia de Literatura Fantástica
  • A Elite, Kiera Cass [Seguinte] - Cortesia da Editora
  • O primeiro amanhecer, Roberto Campos Pellanda [Tarja] - Comprei na Odisseia de Literatura Fantástica
  • Pandemônio, Lauren Oliver [Intrínseca] - Cortesia da Editora
  • Meu amor, Meu bem, Meu querido, Deb Caletti [Novo Conceito] - Cortesia da Editora
  • O livro do amanhã, Cecelia Ahern [Novo Conceito] - Cortesia da Editora
E o mês de vocês como foi?